Engenharia para sistemas legados

Modernize o crítico. Sem parar o negócio.

Para o CTO que herdou um sistema crítico e antigo, indispensável ao negócio. Você precisa evoluí-lo sem o risco de uma reescrita do zero.

O legado é o ativo mais incompreendido da sua engenharia.

Todo sistema que sustenta um negócio um dia fica antigo. Quem o escreveu seguiu em frente, a documentação envelheceu mais rápido que o código, e as regras que sustentam o negócio deixaram de estar escritas para viver na cabeça de poucas pessoas. Cada mudança passou a carregar risco, e a evolução passou a depender de quem ainda entende o sistema. No fim, ninguém mais ousa tocar no que mantém a empresa de pé.

O instinto manda reescrever tudo. Mas a reescrita total é a aposta mais cara da engenharia: longa, arriscada, abandonada no meio do caminho com frequência. Existe um caminho melhor, e ele começa por você entender com precisão o que tem em mãos.

Modernizar por partes, com o negócio em pé.

01 — Diagnóstico

Um mapa completo em 7 a 15 dias

O que vale salvar, o que pode esperar e por onde começar. Antes de qualquer linha reescrita, você decide com fatos.

02 — Modularização

Um módulo de cada vez

Isolamos e modernizamos em produção, sem big bang e sem parar o negócio.

03 — Continuidade

Seu time no comando

Você deixa de depender de quem escreveu o código original, inclusive de nós.

Resultados em sistemas como o seu.

Três sistemas grandes e antigos, todos com “prazo de reescrita” marcado, de volta ao estado da arte. Sem big bang, sem parar o negócio.

2 meses

ERP logístico de 15 anos

Estimavam dois anos para reescrever do zero. Modernizamos em dois meses, sem reescrever: bibliotecas atualizadas, vulnerabilidades corrigidas, código modularizado, VMs trocadas por containers com autoescala, observabilidade no lugar dos logs em arquivo e mais de 80% de cobertura de testes.

Zero downtime

E-commerce gigante e customizado

Lento, cheio de bugs e integrações mal feitas. Já tinha resistido a várias reescritas: as regras de negócio eram específicas demais para jogar fora. Em três meses refatoramos o core, padronizamos e modularizamos os módulos principais e cobrimos tudo de testes, sem parar a operação.

4× a escala

Rastreamento de frota corporativa

Depois de uma fusão, precisava aguentar 4× mais requisições. Estava lento, com infra cada vez mais cara. Refatoramos o core, derrubamos o tempo de resposta, montamos o ambiente de dev e uma esteira de CI/CD madura e levamos para a nuvem: muito mais capacidade, infraestrutura mais de 3× mais barata.

O padrão

Antigo não quer dizer descartável.

Assim como essas três empresas, muitas outras chegaram com o veredito de “reescrever do zero”. Seus sistemas voltaram a ser modernos, rápidos, testados, fáceis de evoluir e mais baratos de operar, sem perder os anos de regra de negócio que ninguém poderia descartar. É isso que a modernização faseada entrega.

Comece sabendo o que você tem.

Antes de modernizar, migrar ou reescrever qualquer coisa, existe uma pergunta que custa caro responder errado. O diagnóstico responde a ela em dias.